Cravado padrão em cratera funda do meu coração,
Crivado sinal sinalizando eterna posse, Diogo Cão,
Navegou sem retôrno retornando ao seu princípio,
Preciso atirando-me em desolado, negro precipício:
Partiu tão cego da sabedoria dos que sabem amar,
Navegante inconstante, caravela de arriadas velas!
Terra de ninguém, nem de mim mesma, ilha isolada,
Fiquei a flutuar em leves espumas:Toda branqueada!
(mar ilha)
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