segunda-feira, 30 de abril de 2007

-Porque meu coração é branco-

Minh'alma clama em desértica solidão,
Reclamando do destino ao homem dado!
Quer voar qual ave livre solta da prisão,
Cumprir toda a grandeza, seu legado,
Recebido em herança divina, desligada
Da mortal cegueira da matéria finita:
Atingir a plenitude plena do infinito!

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